Acidente em Angra dos Reis – Número de mortes por deslizamentos sobe para 43

Janeiro 3, 2010 | Acidentes, América do Sul, Bombeiros, Brasil, Foto, Mundo, Polícia, Réveillon, São Paulo, Videos


Moradora estava em área soterrada na Praia do Bananal.
Buscas, com cães e retroescavadeiras, não têm data para terminar.

Equipes de resgate encontraram o corpo de uma moradora de Angra dos Reis entre os escombros no entorno da Pousada Sankay, na Praia do Bananal, em Ilha Grande.

O objetivo, agora, é buscar os corpos de duas turistas do estado São Paulo e de uma outra moradora da região. De acordo com o órgão, no entanto, esse número de outros três desaparecidos se refere às pessoas cujo desaparecimento foi notificado, o que não impede que haja outras vítimas no local.

As buscas, com homens da Defesa Civil, Marinha, Polícia Militar e Instituto Estadual do Ambiente, não têm data para terminar. Segundo a secretaria, oito cães farejadores e quatro retroescavadeiras reforçam a busca.

A descoberta do corpo elevou para 43 o número de mortes pela chuva na cidade da Costa Verde do estado, 29 deles na Praia do Bananal. No total do estado, as chuvas entre quarta-feira (30) e sexta-feira (1º) mataram 65 pessoas.

Mais cedo, equipes haviam encontrado o corpo da menina Anna Beatriz Marques de Souza Santos, de 6 anos de idade, no Morro da Carioca, na região central de Angra dos Reis, no Rio de Janeiro. A bisavó dela também morreu no soterramento que, no total, matou 14 pessoas.

Corpos identificados

No IML do Rio, há apenas um corpo a identificar, o de mulher, que tem entre 50 e 60 anos. À medida que os corpos são reconhecidos, os nomes são divulgados pela prefeitura de Angra dos Reis e pelo Instituto Médico Legal do Rio.

Na manhã deste domingo, foi anunciada a identificação dos corpos de Priscila de Oliveira Machado, 26 anos, Adauto de Souza, 31, e de sua filha, Rafaela, 8. Eles estavam na casa do grupo de amigos de Arujá, em São Paulo.

Apesar das identificações, alguns parentes reclamam da demora na liberação dos corpos. O IML informa que, para que o nome da vítima conste no atestado de óbito, o procedimento padrão do instituto exige documentos originais da vítima e da pessoa que a identifica.

Fonte G1

Comentários (1)

 

  1. luiza disse:

    que calamidade, mto triste!

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