Agilidade na hora da compra – Consumidores escolhe mais supermercados do que os hipermercados para as compras

novembro 22, 2011 | América do Sul, Brasil

No último mês de outubro, as vendas dos supermercados registraram aumentos maiores do que aquelas feitas em hipermercados. Na avaliação do diretor de Economia da Apas (Associação Paulista de Supermercados), Martinho Paiva Moreira, o que impulsionou essa diferença foi a intensificação, nos últimos anos, das compras menores.

“E isso se dá pelo fato de o consumidor efetuar compras com mais frequência, escolhendo formatos que possibilitam agilidade na hora da compra“, esclarece Moreira.

No estado de São Paulo, o faturamento real dos supermercados registrou crescimentos de 4,63% em outubro, frente a setembro, de 5,29% nos primeiros dez meses do ano, ante o mesmo período de 2010, e de 3,52%, em relação a outubro de 2010. Por outro lado, o faturamento dos hipermercados foi de 7,76% na comparação mensal, de 0,4% no acumulado do ano e de 2,51% na comparação anual.

Festas de fim de ano

A chegada do fim do ano, conforme lembra o diretor da Apas, proporciona aumento da renda e do emprego, o que, tradicionalmente, aquece as vendas do setor supermercadista.

“Cria-se um cenário mais favorável para o consumo e decisões de compra”, salienta Moreira. “Principalmente entre as classes C, D e E, que vêm impulsionando o crescimento do setor ao longo dos últimos anos”.

Diante da expectativa para novembro de discreto crescimento, aliado ao desempenho favorável no mês de dezembro, o setor crescerá neste ano acima das demais atividades econômicas. Porém, será um aumento em ritmo mais moderado do que em 2010.

Expectativas

As projeções de crescimento vêm sendo revistas, diante das alterações constantes no cenário econômico nacional e internacional. A expectativa até o fechamento do primeiro semestre era de um crescimento entre 4,5% e 5% em 2011.

No entanto, as revisões feitas nas projeções apontam um crescimento maior, em torno de 6% e 7%, em relação aos supermercados. No indicador geral, a previsão é de aumento de 4%.

Fonte: Infomoney

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