Caso Bruno – Justiça nega liberdade a goleiro – Atleta é suspeito no sumiço de Eliza Samudio

julho 15, 2010 | Padrão

Advogado do goleiro diz que vai recorrer da decisão.

O Tribunal de Justiça de Minas Gerais negou, liminarmente, nesta quinta-feira (15), o pedido de liberdade para o goleiro Bruno, suspeito de envolvimento no desaparecimento de Eliza Samudio. A decisão foi do desembargador Doorgal Andrada, da 4ª Câmara Criminal.

Bruno está preso no Complexo Penitenciário Nelson Hungria, em Contagem (MG). Eliza, que desapareceu no início de junho, teve um relacionamento com o atleta, que era do Flamengo. Ela tentava provar, na Justiça, que o atleta era pai de seu filho. No total, oito suspeitos de envolvimento no sumiço da jovem foram presos. Todos negam o crime.

Segundo a assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça, outros seis suspeitos presos são citados no pedido de habeas corpus e também tiveram a liberdade negada. São eles: a ex-mulher de Bruno, Dayanne de Souza; o amigo do casal, Luiz Henrique Ferreira Romão, conhecido como Macarrão; Flávio Caetano de Araújo, Wemerson Marques, Elenilson Vitor da Silva e o primo do goleiro, Sérgio Rosa Sales.

O advogado Frederico Franco, que trabalha com Ercio Quaresma na defesa de Bruno, afirmou ao G1 que ainda não foi informado oficialmente da decisão do Tribunal de Justiça. “Se realmente isso for verdadeiro, sem dúvida, nós iremos recorrer dessa decisão. Mas isso não nos surpreende, não. Isso já era previsto. Nós temos que respeitar a decisão do Poder Judiciário”, afirmou.

Leia a íntegra da nota divulgada pelo TJ:
“O desembargador Doorgal Andrada, da 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça, negou liminar no pedido habeas corpus impetrado por B.F.D.S., acusado de envolvimento no desaparecimento de Eliza Samudio.

Os advogados Ercio Quaresma Firpe e Claudineia Carla Calabund impetraram, na tarde de hoje, dia 15 de julho, habeas corpus com pedido de liminar para B.F.D.S. acusado de envolvimento no desaparecimento de Eliza Samudio. A distribuição foi feita para a 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), que funciona na Unidade Raja Gabaglia. O desembargador Doorgal Andrade será o responsável pela análise do pedido.

O mérito do habeas corpus ainda será julgado pelos integrantes da 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça, na Unidade Raja Gabaglia.”

Fonte G1

Comentários (1)

 

  1. flavia disse:

    eu acho na minha opiniao o bruno nao e culpado porque ele nao iria se sujar a sua carreira eu torço muito para ele quem samos nos julgar

Deixe seu comentário

Sobre este site

Site que reúne as notícias mais relevantes da mídia nacional e internacional.